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Science, Astronomy, curiosity
segunda-feira, 24 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
A maior estrela amarela -com mais de 1,3 mil vezes o diâmetro do Sol, recentemente descoberta!
Berlim, 12 mar (EFE).- O Observatório Europeu Austral (ISSO)
descobriu a maior estrela amarela -com mais de 1,3 mil vezes o diâmetro do
Sol-, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o
momento, informou nesta quarta-feira este centro em comunicado.
Esta estrela hipergigante, detectada com o interferômetro do telescópio VLT
( Very Large Telescope) do observatório da côte D'Azur em Nice, França, faz
parte de um sistema composto por duas estrelas, onde a segunda, de menor
tamanho, se encontra em contato com a hipergigante.As pesquisas da HR 5171 A (1), como se conhece formalmente a estrela amarela, foram realizadas durante 60 anos, algumas vezes inclusive por amadores, e indicam que este estranho objeto, maior do que o esperado, muda muito rápido, e foi detectado em uma fase muito breve e instável de sua vida.
Devido a esta instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e estendida ao redor da estrela.
Essa nova descoberta a transforma assim na maior estrela amarela conhecida e entra na lista das dez maiores estrelas, com 50% a mais de tamanho que a famosa supergigante vermelha Betelgeuse e ao redor de um milhão vezes mais brilhante que o Sol.
Os astrônomos utilizaram na pesquisa uma técnica chamada interferometria que combina a luz recolhida por múltiplos telescópios individuais, recriando um telescópio gigante de mais de 140 metros de tamanho.
"As novas observações também mostraram que esta estrela tem uma companheira muito próxima, formando um sistema binário que nos surpreendeu", descreveu hoje em comunicado Olivier Chesneau, líder da equipe internacional de colaboradores da pesquisa.
A estrela pequena, que orbita a hipergigante a cada 1,3 mil dias "pode influenciar no destino da HR 5171 A, por exemplo, fazendo com que expulse suas camadas exteriores e modificando sua evolução", acrescentou Chesneau.
As amarelas hipergigantes são muito pouco usuais. Só são conhecidas cerca de 12 em nossa galáxia, e apesar da grande distância que a separa da Terra (perto de 12 mil anos luz), o objeto pode ser visto a olho aguçando a vista.
Além disso, foi observado que a HR 5171 A foi ficando maior e esfriou nos últimos 40 anos, e sua evolução foi captada em pleno processo, algo que foi conseguido com poucas estrelas e pode ajudar a compreender os processos evolutivos das estrelas maciças em geral. EFE
fontes: EFE / Yahoo
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Rocha misteriosa em Marte com nome de rosquinha Donut
Washington, 14 fev (EFE).- A (Nasa, agência espacial americana) resolveu
o mistério sobre uma curiosa rocha achada em Marte no final de janeiro,
que parecia ter saído do nada e apelidada popularmente de "donut" por
causa de sua aparência peculiar, similar à deste doce.
O que surpreendeu os cientistas não foi apenas seu aspecto estranho mas, sobretudo, que não encontravam explicação para como tinha chegado ali, já que só estava na segunda de duas fotografias tiradas apenas com duas semanas de diferença pelo robô Curiosity sobre a mesma porção de superfície no planeta Marte.
A Nasa pôs fim nesta sexta-feira ao mistério ao explicar que o enigmático "donut" não era mais que um pedaço que se soltou de uma rocha maior que tinha deslocado com suas rodas o próprio robô, um engenho espacial que inspeciona a superfície de Marte na busca de novas descobertas sobre este planeta desde o dia 6 de agosto de 2012.
A curiosa rocha foi apelidada "Pinnacle Island" pelos cientistas e "donut", esta com cerca de quatro centímetros de diâmetro e de cor branca com o centro vermelho.
"Uma vez que movimentamos o robô Opportunity, após inspecionar a rocha Pinnacle Island, pudemos ver diretamente de cima uma rocha que tinha a mesma aparência incomum e estranha. Nós passamos por cima - com o robô. Pudemos ver as marcas. Daí é de onde veio Pinnacle Island", disse o membro do projeto Ray Arvidson, da Universidade de Washington em St. Louis. EFE
fonte: Yahoo/ EFE.
O que surpreendeu os cientistas não foi apenas seu aspecto estranho mas, sobretudo, que não encontravam explicação para como tinha chegado ali, já que só estava na segunda de duas fotografias tiradas apenas com duas semanas de diferença pelo robô Curiosity sobre a mesma porção de superfície no planeta Marte.
A Nasa pôs fim nesta sexta-feira ao mistério ao explicar que o enigmático "donut" não era mais que um pedaço que se soltou de uma rocha maior que tinha deslocado com suas rodas o próprio robô, um engenho espacial que inspeciona a superfície de Marte na busca de novas descobertas sobre este planeta desde o dia 6 de agosto de 2012.
A curiosa rocha foi apelidada "Pinnacle Island" pelos cientistas e "donut", esta com cerca de quatro centímetros de diâmetro e de cor branca com o centro vermelho.
"Uma vez que movimentamos o robô Opportunity, após inspecionar a rocha Pinnacle Island, pudemos ver diretamente de cima uma rocha que tinha a mesma aparência incomum e estranha. Nós passamos por cima - com o robô. Pudemos ver as marcas. Daí é de onde veio Pinnacle Island", disse o membro do projeto Ray Arvidson, da Universidade de Washington em St. Louis. EFE
fonte: Yahoo/ EFE.
sábado, 11 de janeiro de 2014
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Terremoto no Japão afetou campo gravitacional da Terra!!!
Paris, 3 dez (EFE).- O terremoto que atingiu o Japão
em março de 2011 e que causou um maremoto e o acidente nuclear de Fukushima
afetou também o campo gravitacional da Terra, divulgou nesta terça-feira a
Agência Espacial Europeia (ESA).
O satélite GOCE permitiu detectar que a catástrofe deixou "uma
marca" na gravidade do planeta, a qual os cientistas seguem estudando para
quantificar, explicou a ESA."Estamos trabalhando com uma equipe interdisciplinar para combinar os dados do GOCE com outras informações para obter uma imagem melhor da ruptura no campo de gravidade em relação a que temos agora", declarou Martin Fuchs, cientista do Instituto de Pesquisa em Geodetecção da Alemanha (DGFI).
A ESA lembrou que há meses o satélite GOCE já havia "sentido ondas sonoras no espaço" que provinham desse terremoto de nove graus na escala Richter. EFE
Fonte: EFE / Yahoo
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